quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Vasos



As tres fases de um vaso

Pintei de branco, tres camadas, depois pintei o rebordo de verde, e colei as joaninhas...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Está a sabotar a sua felicidade?


Quer apaixonar-se, deseja uma relação estável, mas nada parece correr como sonhou. Encontrou a pessoa certa, mas depois dos primeiros encontros fica tudo em águas de bacalhau? Provavelmente, diz a psiquiatra e terapeuta norte-americana Allison Conner, está a sabotar-se a si mesmo. Conheça as armadilhas que deve evitar.
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

Segundo Allison Conner, o erro número um, são os Jogos, aqueles que todos jogamos quando temos medo de sofrer uma rejeição. E, de todos, o mais perigoso é aquele em que se adopta uma postura cool, tipo "também só vim ver a bola". O resultado é desastroso, porque o outro interpreta essa frieza, distância e até arrogância como detestável, e afasta-se. Por isso tenha a coragem de se mostrar como é, sem artifícios, à Morangos com Açúcar.
Atenção também à tentação de passar o tempo a falar do seu ex. Se o objectivo é dar a ideia de que já teve outras relações, e que sai sempre por cima, assusta; se é sinal de que a pessoa que agora tem à frente nunca vai estar à altura do seu/sua antecessor/a, então não haverá muitos candidatos à corrida. Caso fale compulsivamente do passado é porque ainda tem problemas graves por resolver, e o melhor é resolvê-los antes de embarcar noutra relação. Mas não se esqueça de que as pessoas quando entram dentro de nós é para sempre, e é preciso aceitar que assim é, e andar com a vida para a frente.
Se é mulher, há dois erros que terá mais probabilidade de cometer do que se for um homem: projectar demasiado o futuro (ao fim de dois encontros está a perguntar-lhe quantos filhos é que ele quer ter), e preocupar-se de mais ("Será que ele disse aquilo porque queria dizer, ou apenas para ser simpático, mas que estúpida...", etc., etc. e mais etc.). "A ansiedade mata a boa disposição, o humor, a capacidade de arriscar, tornando-a menos atraente", alerta Allison, para acrescentar imediatamente: "Por favor, agora não comece a ruminar nesta minha frase". Tente confiar mais em si, e acreditar "que se é para dar, irá resultar", e que se ele está aí ao seu lado é porque quer estar aí ao seu lado...
Há aqueles que cometem o erro oposto, ou seja, o de não saber ler os sinais, nem prestar atenção aos cartões encarnados que o outro lhes vai mostrando. Não telefonou, é porque não quis telefonar, deixe--se de cantigas e enfrente a realidade, evitando entrar para o grupo daqueles que preferem relações impossíveis a lutar por uma verdadeira, que às vezes magoa e dói, é certo, mas o faz feliz.
Finalmente, há a armadilha do compromisso, que ataca mais o sexo masculino do que o feminino, segundo a terapeuta. São os que avisam logo que "não é para ser a sério", mas vão ficando, os que têm medo de escolher aquele/a porque, um dia, pode aparecer alguém melhor. São aqueles que acreditam no mito estúpido de que há por aí uma alma gémea, talhada e pronta. O resultado, diz Allison Conner, é que acabam sozinhos, deixando muitos corações partidos pelo caminho. Ou seja, tudo o que o leitor não quer.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Arroz- doce

Ingredientes:

250 gr de arroz
7,5 dl de leite
250 gr de açúcar
3 gemas de ovos
Casca de limão q.b.
1 pedacinho de canela em pau
Canela em pó
sal q.b.
Confecção:

Leva-se o leite ao lume num tacho.
Quando começar a ferver junta-se o açúcar,
o arroz, o sal, a casca de limão e o pauzinho de canela.
Assim que o arroz estiver cozido, retira-se do lume e deixa-se arrefecer um pouco.
Batem-se as gemas à parte, juntam-se em seguida ao arroz, mexe-se muito bem e leva-se a lume brando para cozer as gemas.
Serve-se em travessas ou pratinhos com canela em pó.

Bolo de Canela:


Ingredientes:
100 g de margarina
150 g de açúcar
200 g de farinha
50 g de nozes picadas
2 ovos
2 colheres de chá de fermento
1 colher de sopa de canela
1 colher de sopa de vinho do Porto
1 dl de leite

Preparação:
Bate-se o açúcar com a margarina até obter um creme esbranquiçado.
Juntam-se os ovos, um a um, batendo sempre.
Peneira-se a farinha juntamente com o fermento e a canela e junta-se à massa anterior alternando com o leite e o vinho do Porto.
Bate-se muito bem a massa e adicionam-se as nozes picadas.
Deita-se numa forma untada com margarina e forrada com papel vegetal.
Leva-se a cozer em forno quente durante 10 min. e depois reduz-se para forno médio deixando cozer mais 30 min.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Quiche de farinheira

fiz assim....
Numa frigideira estufei rodelas de alho francês com um pingo de azeite e deixei cozer até a agua se evaporar (o alho larga água , se for preciso adicione mais ), puz louro , alho em pó,salsa em po e reservei ....
Num tacho cozi a farinheira que piquei para largar a gordura , quando cozida tirei a pele e esfarelei-a...
Na tarteira, puz massa quebrada que comprei feita....
Deitei por cima o alho frances bem escorrido a farinheira e por cima deitei 4 ovos batidos com natas magras e temperei com noz moscada , e levei ao forno .

o Resultado foi divinal....

Expectativa

"A expectativa que criamos em relação a tudo o que nos rodeia, toma por vezes dimensões inesperadas. É como uma fogueira que alimentamos, e quanto mais madeira colocamos a arder, maior o seu fogo e mais ar nos consome.

É assim que somos consumidos na nossa própria chama. A energia que podia ser gasta noutras coisas, é dirigida a esta fogueira, e de repente, estamos sem conseguir respirar. Porque o fogo tudo consumiu, porque chegámos tão alto na nossa fasquia, que agora a queda é imensa.

A expectativa é isso. É esperar demasiado, pensar demasiado e depois gerir a demasiada frustração que é o resultado que nos chega, quando as premissas não se cumprem. É uma suposta esperança que se baseia em probabilidades, e nós sabemos que essas têm bases muito frágeis... É uma espera que deixamos ao vento, porque na maior parte das vezes, temos expectativas elevadas em algo que não podemos manipular ou gerir.

Viver entre as expectativas que criamos também nos influencia negativamente a partir do momento em que não damos conta das pequenas vitórias que vamos alcançando na vida. E quanto maiores as expectativas, mais tapadas essas pequenas vitórias ficam. Qualquer acontecimento é minimizado, tendo em conta que, aquilo que almejamos é completamente diferente, e é aquilo que é expectável.

O combate às expectativas é urgente, até mesmo no colectivo. Por vezes espelhamos expectativas muito elevadas na nossa sociedade, no nosso país, e acabamos por não ver o que de bom existe, e esperando que, ao ganhar um campeonato de futebol a vida colectiva melhore.

É como se usássemos uma lupa, vemos o pequeno exageradamente grande e os nossos olhos, que não estão habituados a estas visões, em vez de se alarmarem, ficam maravilhados e alimentam esta forma de levar a vida, levando-a em expectativa.

Será justo viver no que poderá ser e não aproveitar aquilo que já é? Poderá o amanhã invisível ser melhor do que o simples agora? Que mistérios da mente humana promovem este tipo de vivência?"

terça-feira, 6 de julho de 2010

Vasos




Comprei estes dois vasos, mas não tinham piada nenhuma...dei-lhes o ar da minha graça, ficaram muito melhor....não concordam?


terça-feira, 29 de junho de 2010

Por do sol


"É quase impossível apreciar um pôr-do-sol sem Sonhar."

E foi tão bom sentir no por do sol a presença de uma pessoa distante 

terça-feira, 4 de maio de 2010

Passaro

Queria ser um passaro
voar sem destino até me cansar
e depois voltar ao ninho
sem nada com que me preocupar