Segundo Allison Conner, o erro número um, são os Jogos, aqueles que todos
jogamos quando temos medo de sofrer uma rejeição. E, de todos, o mais perigoso é
aquele em que se adopta uma postura cool, tipo "também só vim ver a bola". O
resultado é desastroso, porque o outro interpreta essa frieza, distância e até
arrogância como detestável, e afasta-se. Por isso tenha a coragem de se mostrar
como é, sem artifícios, à Morangos com Açúcar.
Atenção também à tentação de passar o tempo a falar do seu ex. Se o objectivo
é dar a ideia de que já teve outras relações, e que sai sempre por cima,
assusta; se é sinal de que a pessoa que agora tem à frente nunca vai estar à
altura do seu/sua antecessor/a, então não haverá muitos candidatos à corrida.
Caso fale compulsivamente do passado é porque ainda tem problemas graves por
resolver, e o melhor é resolvê-los antes de embarcar noutra relação. Mas não se
esqueça de que as pessoas quando entram dentro de nós é para sempre, e é preciso
aceitar que assim é, e andar com a vida para a frente.
Se é mulher, há dois erros que terá mais probabilidade de cometer do que se
for um homem: projectar demasiado o futuro (ao fim de dois encontros está a
perguntar-lhe quantos filhos é que ele quer ter), e preocupar-se de mais ("Será
que ele disse aquilo porque queria dizer, ou apenas para ser simpático, mas que
estúpida...", etc., etc. e mais etc.). "A ansiedade mata a boa disposição, o
humor, a capacidade de arriscar, tornando-a menos atraente", alerta Allison,
para acrescentar imediatamente: "Por favor, agora não comece a ruminar nesta
minha frase". Tente confiar mais em si, e acreditar "que se é para dar, irá
resultar", e que se ele está aí ao seu lado é porque quer estar aí ao seu
lado...
Há aqueles que cometem o erro oposto, ou seja, o de não saber ler os sinais,
nem prestar atenção aos cartões encarnados que o outro lhes vai mostrando. Não
telefonou, é porque não quis telefonar, deixe--se de cantigas e enfrente a
realidade, evitando entrar para o grupo daqueles que preferem relações
impossíveis a lutar por uma verdadeira, que às vezes magoa e dói, é certo, mas o
faz feliz.
Finalmente, há a armadilha do compromisso, que ataca mais o sexo masculino do
que o feminino, segundo a terapeuta. São os que avisam logo que "não é para ser
a sério", mas vão ficando, os que têm medo de escolher aquele/a porque, um dia,
pode aparecer alguém melhor. São aqueles que acreditam no mito estúpido de que
há por aí uma alma gémea, talhada e pronta. O resultado, diz Allison Conner, é
que acabam sozinhos, deixando muitos corações partidos pelo caminho. Ou seja,
tudo o que o leitor não quer.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Solidão
"Solidão não é a falta de gente para
conversar,
namorar,
passear ou
fazer sexo...
Isso é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos
pela ausência
de entes queridos que não podem mais voltar...
Isso é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe,
às vezes, para realinhar os pensamentos...
Isso é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente...
Isso é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
Isso é circunstância!
Solidão é muito mais do que isso...
SOLIDÃO...
é quando nos perdemos de nós mesmos e,
procuramos em vão pela nossa alma!..."
conversar,
namorar,
passear ou
fazer sexo...
Isso é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos
pela ausência
de entes queridos que não podem mais voltar...
Isso é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe,
às vezes, para realinhar os pensamentos...
Isso é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente...
Isso é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
Isso é circunstância!
Solidão é muito mais do que isso...
SOLIDÃO...
é quando nos perdemos de nós mesmos e,
procuramos em vão pela nossa alma!..."
terça-feira, 3 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Mudar, para Quê?
Por tudo o que já vivi,
por existirem momentos na vida em que paramos e olhamos para trás em retrospectiva,
aprendi que é inútil tentar mudar algo em alguém com quem nos importamos,
porque aquilo que queríamos mudar faz parte da essência da pessoa,
e se tem algo que eu realmente aprendi foi que não se pode mudar a essência de ninguém,
e nem se deve tenta-lo,
pois se gostamos da pessoa é com todos os defeitos e qualidades que esta tem.
Caso contrário o melhor é seguirmos em frente pois por mais que tentemos mudar a outra pessoa vamos acabar por sair fustrados na tentativa de uma batalha que já foi perdida desde o inicio.
por existirem momentos na vida em que paramos e olhamos para trás em retrospectiva,
aprendi que é inútil tentar mudar algo em alguém com quem nos importamos,
porque aquilo que queríamos mudar faz parte da essência da pessoa,
e se tem algo que eu realmente aprendi foi que não se pode mudar a essência de ninguém,
e nem se deve tenta-lo,
pois se gostamos da pessoa é com todos os defeitos e qualidades que esta tem.
Caso contrário o melhor é seguirmos em frente pois por mais que tentemos mudar a outra pessoa vamos acabar por sair fustrados na tentativa de uma batalha que já foi perdida desde o inicio.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Vasos
As tres fases de um vaso
Pintei de branco, tres camadas, depois pintei o rebordo de verde, e colei as joaninhas...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Está a sabotar a sua felicidade?
Quer apaixonar-se, deseja uma relação estável, mas nada parece correr como
sonhou. Encontrou a pessoa certa, mas depois dos primeiros encontros fica tudo
em águas de bacalhau? Provavelmente, diz a psiquiatra e terapeuta
norte-americana Allison Conner, está a sabotar-se a si mesmo. Conheça as
armadilhas que deve evitar.
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Arroz- doce
Ingredientes:
250 gr de arroz
7,5 dl de leite
250 gr de açúcar
3 gemas de ovos
Casca de limão q.b.
1 pedacinho de canela em pau
Canela em pó
sal q.b.
Confecção:
Leva-se o leite ao lume num tacho.
Quando começar a ferver junta-se o açúcar,
o arroz, o sal, a casca de limão e o pauzinho de canela.
Assim que o arroz estiver cozido, retira-se do lume e deixa-se arrefecer um pouco.
Batem-se as gemas à parte, juntam-se em seguida ao arroz, mexe-se muito bem e leva-se a lume brando para cozer as gemas.
Serve-se em travessas ou pratinhos com canela em pó.
250 gr de arroz
7,5 dl de leite
250 gr de açúcar
3 gemas de ovos
Casca de limão q.b.
1 pedacinho de canela em pau
Canela em pó
sal q.b.
Confecção:
Leva-se o leite ao lume num tacho.
Quando começar a ferver junta-se o açúcar,
o arroz, o sal, a casca de limão e o pauzinho de canela.
Assim que o arroz estiver cozido, retira-se do lume e deixa-se arrefecer um pouco.
Batem-se as gemas à parte, juntam-se em seguida ao arroz, mexe-se muito bem e leva-se a lume brando para cozer as gemas.
Serve-se em travessas ou pratinhos com canela em pó.
Bolo de Canela:
Ingredientes:
100 g de margarina
150 g de açúcar
200 g de farinha
50 g de nozes picadas
2 ovos
2 colheres de chá de fermento
1 colher de sopa de canela
1 colher de sopa de vinho do Porto
1 dl de leite
Preparação:
Bate-se o açúcar com a margarina até obter um creme esbranquiçado.
Juntam-se os ovos, um a um, batendo sempre.
Peneira-se a farinha juntamente com o fermento e a canela e junta-se à massa anterior alternando com o leite e o vinho do Porto.
Bate-se muito bem a massa e adicionam-se as nozes picadas.
Deita-se numa forma untada com margarina e forrada com papel vegetal.
Leva-se a cozer em forno quente durante 10 min. e depois reduz-se para forno médio deixando cozer mais 30 min.
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